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"Já sei ler!" - os livros desafiam a ler mais e melhor

O Plano Nacional de Leitura disponibiliza materiais de apoio a situações de contacto sistemático com os livros que motivem e envolvam as crianças no gosto de ler e ouvir ler no seio das famílias. É do conhecimento geral que quanto melhor se compreende o que se lê , mais prazer dá a leitura.

Este desafio dos sacos de leitura domiciliária foi lançado às turmas dos 1º e do 2º ano, que necessitam de reforçar a oferta de leitura no âmbito da recuperação das aprendizagens, preconizado pelo Plano 21|23 Escola+ / Eixo “Ensinar e Aprender”,  nomeadamente ao nível das estratégias educativas de apoio.


As bibliotecas escolares, para além da leitura domiciliária que normalmente disponibilizam a estas crianças, pela requisição de livros (autonomamente, nos intervalos, na biblioteca, ou por intermédio dos docentes, através das caixas de leitura que vão para a sala de aula - Amostras aLer+) disponibilizaram os sacos de leitura “Já sei ler!”, com vista promover o envolvimento das famílias no aprofundamento das competências de leitura. Sabemos que Da investigação tem demonstrado que os livros e as histórias estimulam os mecanismos de aprendizagem e alimentam a relação afetiva entre pais e filhos. Um livro no saco colorido é, pois, um aperitivo para dias de partilha e de festa.


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"Sexta-feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier | online

Conhece a obra de Michel Tournier sobre a história de um náufrago? Editada em 1971, esta é uma narrativa que surge da adaptação para os mais jovens do livro "Sexta-feira ou os limbos do pacífico" (Vendredi ou les Limbes du Pacifique), do mesmo autor. Relata a história  de Robinson, um homem que, em meados do século XVIII, dirigindo-se ao continente americano para efetuar  trocas comercias entre o seu país e o Chile , sofreu um terrível naufrágio, ficando a viver numa ilha desabitada. Já no século XVIII se havia escrito sobre a história de Robinson Crusoe, num romance da autoria de Daniel Defoe, publicado em 1719, no Reino Unido. Na verdade,  foi originalmente expedido em forma de folhetim, por episódios, no jornal The Daily Post . "Robinson não poderá nunca voltar ao mundo que deixou. Então, palmo a palmo, edifica o seu pequeno reino. Tem uma casa, fortalezas para se defender e um criado, Sexta-Feira, que lhe é dedicado de alma e coração. Tem mesmo um cão, que envelhece ...

António Mota lê “Baloiço cá, baloiço lá”

António Mota, autor de literatura para crianças e jovens, partilhou connosco a leitura do seu poema “Baloiço cá, baloiço lá”, inserido na coletânea “Lá de Cima, Cá de Baixo”, onde podemos encontrar a vida de todos os dias. Uma formiga que vai calada e ligeirinha. Um baloiço que serve de mirante. As noites solitárias. Os bichos. Os sonhos. “Baloiço cá, baloiço lá” Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Escondido na folhagem Vi um castelo encantado É todo feito de vidro, mas já não tem telhado Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está À porta desse castelo Está uma fada contente. Porque hoje de manhã Nasceu-lhe o primeiro dente Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Experimentem ouvir e ler, como se estivessem sentados(as) num baloiço...

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