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Festival Literário Internacional do Interior - sessões nas escolas

 

O Festival Literário Internacional do Interior: Palavras de Fogo, que este ano, na sua quarta edição, também se realiza em Condeixa. A Arte-Via Cooperativa, sediada na Lousã, concebeu o Festival Literário Internacional do Interior (FLII) - Palavras de Fogo, em homenagem às vítimas dos fogos florestais, sob a égide do lema “A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo”. Este festival tem como patrono Sua Exa o Senhor Presidente da República. Os parceiros associados são a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Delegação Regional da Cultura do Centro, a Universidade de Coimbra, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).

Este ano ocorreram iniciativas na Casa Museu Fernando Namora, no Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova, na Praça da Republica , na Biblioteca Municipal Eng.º Jorge Bento e também no claustro da Câmara Municipal de Condeixa . Os alunos do 1º, 2º e 3º CEB e Secundário receberam a visita dos escritores Adélia Carvalho, António Martins e Ricardo Fonseca Mota.

Foi mais uma oportunidade para conhecerem novas experiências de criação e novas histórias.







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"Sexta-feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier | online

Conhece a obra de Michel Tournier sobre a história de um náufrago? Editada em 1971, esta é uma narrativa que surge da adaptação para os mais jovens do livro "Sexta-feira ou os limbos do pacífico" (Vendredi ou les Limbes du Pacifique), do mesmo autor. Relata a história  de Robinson, um homem que, em meados do século XVIII, dirigindo-se ao continente americano para efetuar  trocas comercias entre o seu país e o Chile , sofreu um terrível naufrágio, ficando a viver numa ilha desabitada. Já no século XVIII se havia escrito sobre a história de Robinson Crusoe, num romance da autoria de Daniel Defoe, publicado em 1719, no Reino Unido. Na verdade,  foi originalmente expedido em forma de folhetim, por episódios, no jornal The Daily Post . "Robinson não poderá nunca voltar ao mundo que deixou. Então, palmo a palmo, edifica o seu pequeno reino. Tem uma casa, fortalezas para se defender e um criado, Sexta-Feira, que lhe é dedicado de alma e coração. Tem mesmo um cão, que envelhece ...

António Mota lê “Baloiço cá, baloiço lá”

António Mota, autor de literatura para crianças e jovens, partilhou connosco a leitura do seu poema “Baloiço cá, baloiço lá”, inserido na coletânea “Lá de Cima, Cá de Baixo”, onde podemos encontrar a vida de todos os dias. Uma formiga que vai calada e ligeirinha. Um baloiço que serve de mirante. As noites solitárias. Os bichos. Os sonhos. “Baloiço cá, baloiço lá” Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Escondido na folhagem Vi um castelo encantado É todo feito de vidro, mas já não tem telhado Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está À porta desse castelo Está uma fada contente. Porque hoje de manhã Nasceu-lhe o primeiro dente Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Experimentem ouvir e ler, como se estivessem sentados(as) num baloiço...

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