Avançar para o conteúdo principal

“Destrava mãos”- Escrever é divertido!

A Dr.ª Vanessa Martins, responsável pela Casa-Museu Fernando Namora, dinamizou a oficina de escrita “Destrava mãos”, para as turmas do 2º ciclo, na Semana da Leitura 2021.

“Escrever não é uma tarefa fácil” - pensamos nós. Às vezes julgamos que a criatividade nos virou as costas e não sabemos como passar da primeira frase. Nessas alturas, há sempre algumas pistas que podemos seguir para fazer fermentar a imaginação. Jogos divertidos com objetos, dados contadores de histórias e misturadores de palavras podem fazer crescer o texto.

Afinal, para construir uma história, é só necessário abrir o bloco de notas e começar a escrever… devagar…com  mãos e ideias destravadas.

Os alunos levaram estratégias de escrita nos bolsos e na cabeça. Para partilharem as suas histórias, ficou disponibilizado um mural digital, onde poderão inseri-las. Uma atividade divertida para as férias da Páscoa!





Mensagens Populares

Quinta- feira da ascensão, uma tradição recordada

A quinta-feira da Ascensão, também denominada “Dia da Espiga”, ocorre anualmente quarenta dias depois da Páscoa e é sempre a uma quinta-feira. É feriado municipal em várias cidades do país, tendo, até 1952, integrado o calendário dos feriado nacionais. Nesta data, os nossos avós davam um passeio pelos campos e que apanhavam a espiga, isto é, colhiam um conjunto de elementos do que dava os campos e com eles formavam um ramo com espigas de trigo/centeio/cevada, raminhos de oliveira, malmequeres, papoilas, aveia, margaridas ou outras flores campestres, uma ponta de videira e alecrim. Acreditava-se que guardar esse ramo atrás da porta de casa traria a fartura para todo o ano. Ao ramo, associava-se um pão, a guardar com o ramo de um ano para o outro, e este conservava-se… Dizia-se, nesta linha de pensamento miraculoso: "Se os passarinhos soubessem  Quando era a Ascenção Não comiam, nem bebiam Nem punham os pés no chão." Este costume tem origem em costumes pagãos, com a benção do...

"Sexta-feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier | online

Conhece a obra de Michel Tournier sobre a história de um náufrago? Editada em 1971, esta é uma narrativa que surge da adaptação para os mais jovens do livro "Sexta-feira ou os limbos do pacífico" (Vendredi ou les Limbes du Pacifique), do mesmo autor. Relata a história  de Robinson, um homem que, em meados do século XVIII, dirigindo-se ao continente americano para efetuar  trocas comercias entre o seu país e o Chile , sofreu um terrível naufrágio, ficando a viver numa ilha desabitada. Já no século XVIII se havia escrito sobre a história de Robinson Crusoe, num romance da autoria de Daniel Defoe, publicado em 1719, no Reino Unido. Na verdade,  foi originalmente expedido em forma de folhetim, por episódios, no jornal The Daily Post . "Robinson não poderá nunca voltar ao mundo que deixou. Então, palmo a palmo, edifica o seu pequeno reino. Tem uma casa, fortalezas para se defender e um criado, Sexta-Feira, que lhe é dedicado de alma e coração. Tem mesmo um cão, que envelhece ...

"Contos Arrepiantes da História de Portugal" - uma novidade nas livrarias

Esta semana foi realizado o lançamento oficial dos "Contos Arrepiantes da História de Portugal" pela editora Nuvem de Tinta. Da autoria de Rui Correia e António Nabais, com ilustrações de Hélio Falcão, a ação situa-se na Idade Média.  As histórias estão ordenadas por ordem cronológica e, segundo a sinopse”, narram “episódios arrepiantes, viscosos, tenebrosos, nojentos, brutais, horripilantes, sanguinários, asquerosos e que chegam mesmo, por vezes, a ser desagradáveis… da História de Portugal.” Ler a História de forma simples e rigorosa, associando a imagem e  as situações mais caricatas é um desafio a não perder para os mais novos. "Sim, é verdade, os cronistas e historiadores já andam a escrever estas histórias há centenas de anos. E muitas são só lendas. Mas não há lenda nenhuma que não tenha grandes verdades escondidas. Há tesourinhos bem escondidos que não queremos que deixem de ser contados. Quem não gosta que lhe contem boas histórias? OK, há ali coisas que são...