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Ser mulher

O documentário “Woman”, de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova, dá voz a mulheres de todas as idades, etnias e credos. Traz-nos o mundo de hoje através dos olhos das mulheres. 

Durante dois anos e meio, os autores viajaram por 50 países e entrevistaram 2000 mulheres de todas as idades, etnias, credos e condições sociais numa recolha de “confissões” íntimas e universais. Através dos olhos destas mulheres, nasce esta reflexão sobre o que é o mundo e como é viver nele. Da infância à velhice, em pé de igualdade ou definido por grandes injustiças. Quais as fases mais marcantes das suas vidas? Quais os sonhos e esperanças, os medos e traumas? O que esperam da vida, da sociedade e dos homens? Qual é a relação com o seu corpo e com a sedução? Que papel ocupa a aparência e a beleza? Como encaram a maternidade? 

Numa época em que tanto se discute o papel da mulher na sociedade, este produto é observação limpa, por vezes sombria, das características das mulheres hodiernas e também das injustiças às quais submetidas, num mundo onde a desigualdade as afeta.

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Quinta- feira da ascensão, uma tradição recordada

A quinta-feira da Ascensão, também denominada “Dia da Espiga”, ocorre anualmente quarenta dias depois da Páscoa e é sempre a uma quinta-feira. É feriado municipal em várias cidades do país, tendo, até 1952, integrado o calendário dos feriado nacionais. Nesta data, os nossos avós davam um passeio pelos campos e que apanhavam a espiga, isto é, colhiam um conjunto de elementos do que dava os campos e com eles formavam um ramo com espigas de trigo/centeio/cevada, raminhos de oliveira, malmequeres, papoilas, aveia, margaridas ou outras flores campestres, uma ponta de videira e alecrim. Acreditava-se que guardar esse ramo atrás da porta de casa traria a fartura para todo o ano. Ao ramo, associava-se um pão, a guardar com o ramo de um ano para o outro, e este conservava-se… Dizia-se, nesta linha de pensamento miraculoso: "Se os passarinhos soubessem  Quando era a Ascenção Não comiam, nem bebiam Nem punham os pés no chão." Este costume tem origem em costumes pagãos, com a benção do...

"Sexta-feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier | online

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"Contos Arrepiantes da História de Portugal" - uma novidade nas livrarias

Esta semana foi realizado o lançamento oficial dos "Contos Arrepiantes da História de Portugal" pela editora Nuvem de Tinta. Da autoria de Rui Correia e António Nabais, com ilustrações de Hélio Falcão, a ação situa-se na Idade Média.  As histórias estão ordenadas por ordem cronológica e, segundo a sinopse”, narram “episódios arrepiantes, viscosos, tenebrosos, nojentos, brutais, horripilantes, sanguinários, asquerosos e que chegam mesmo, por vezes, a ser desagradáveis… da História de Portugal.” Ler a História de forma simples e rigorosa, associando a imagem e  as situações mais caricatas é um desafio a não perder para os mais novos. "Sim, é verdade, os cronistas e historiadores já andam a escrever estas histórias há centenas de anos. E muitas são só lendas. Mas não há lenda nenhuma que não tenha grandes verdades escondidas. Há tesourinhos bem escondidos que não queremos que deixem de ser contados. Quem não gosta que lhe contem boas histórias? OK, há ali coisas que são...