Avançar para o conteúdo principal

Descobrir a cultura romana - "Em Roma, sê romano"

O Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova está a desenvolver o projeto "Minha escola, meu império - Alea jacta est!", financiado pela iniciativa RBE Ideias com Mérito.


O Agrupamento aposta, no seu PAA, na temática “Condeixa romana, Condeixa verde”. As bibliotecas escolares julgam poder contribuir como input de soluções pedagogicamente estruturadas, observando o contexto educacional, pelo caminho da inovação e da criatividade, em diálogo com a comunidade e os diferentes parceiros. Somos filhos dessa Roma imperial, aprendemos a pensar à luz desse filão que atravessou milénios. É hora de fazer da nossa escola o nosso império, agir estrategicamente e reinventar lugares…

Do passado para o presente, dos mitos para a vida, das descobertas científicas de outrora para os avanços tecnológicos da atualidade, das questões modernas para um advir que se vai criando, as atividades estão a ser programadas para dar cumprimento à primeira fase. 

 Objetivo 1 - Redescobrir o império (“Em roma, sê romano”) 

Impactos esperados

- Envolver a comunidade escolar na cultura e tradição greco-latina, conciencializando-a para a sua importância (Domínios de articulação curricular - AE das disciplinas de HGP, História e Cidadania e Desenvolvimento);

- Utilizar e dominar instrumentos diversificados para pesquisar, descrever, avaliar, validar e mobilizar informação, de forma crítica e autónoma, verificando diferentes fontes documentais e a sua credibilidade (PASEO);

- Transformar a informação em conhecimento, através da produção de trabalhos destinados à comunidade educativa; 

- Colaborar em diferentes contextos comunicativos, de forma adequada e segura, utilizando diferentes tipos de ferramentas (analógicas e digitais), com base nas regras de conduta próprias de cada ambiente (PASEO); 

- Aumentar o conhecimento da comunidade escolar sobre a civilização romana, de matriz científica e humanística, utilizando diferentes metodologias e ferramentas para pensarem criticamente;

- Promover uma reflexão junto do público-alvo (5º e 7º anos em particular), convocando o passado para perspetivar o futuro.




Mensagens Populares

"Sexta-feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier | online

Conhece a obra de Michel Tournier sobre a história de um náufrago? Editada em 1971, esta é uma narrativa que surge da adaptação para os mais jovens do livro "Sexta-feira ou os limbos do pacífico" (Vendredi ou les Limbes du Pacifique), do mesmo autor. Relata a história  de Robinson, um homem que, em meados do século XVIII, dirigindo-se ao continente americano para efetuar  trocas comercias entre o seu país e o Chile , sofreu um terrível naufrágio, ficando a viver numa ilha desabitada. Já no século XVIII se havia escrito sobre a história de Robinson Crusoe, num romance da autoria de Daniel Defoe, publicado em 1719, no Reino Unido. Na verdade,  foi originalmente expedido em forma de folhetim, por episódios, no jornal The Daily Post . "Robinson não poderá nunca voltar ao mundo que deixou. Então, palmo a palmo, edifica o seu pequeno reino. Tem uma casa, fortalezas para se defender e um criado, Sexta-Feira, que lhe é dedicado de alma e coração. Tem mesmo um cão, que envelhece ...

"O Principezinho" - uma leitura intemporal

A Doutora Teresa Pessoa, docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, partilha com os nossos professores e alunos a leitura da obra “O Principezinho”, da autoria de Antoine Saint-Exupéry, um escritor, ilustrador e piloto francês que fez desta criação o seu mais nobre legado. A história releva a importância das coisas simples da vida. O principezinho só encontra desilusão nos outros asteróides e na Terra. Regressa então ao seu planeta, o mais pequeno, mas onde se sentia verdadeiramente feliz. É uma parábola que pode ter múltiplas leituras, em diferentes fases do percurso do percurso de vida de quem a lê, convidando sempre a um regresso. Em cada leitura, apresentam-se-nos outros sentidos, outras vias de exploração de significados, valorizando, em síntese, os aspetos mais simples e afetuosos da vida.

António Mota lê “Baloiço cá, baloiço lá”

António Mota, autor de literatura para crianças e jovens, partilhou connosco a leitura do seu poema “Baloiço cá, baloiço lá”, inserido na coletânea “Lá de Cima, Cá de Baixo”, onde podemos encontrar a vida de todos os dias. Uma formiga que vai calada e ligeirinha. Um baloiço que serve de mirante. As noites solitárias. Os bichos. Os sonhos. “Baloiço cá, baloiço lá” Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Escondido na folhagem Vi um castelo encantado É todo feito de vidro, mas já não tem telhado Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está À porta desse castelo Está uma fada contente. Porque hoje de manhã Nasceu-lhe o primeiro dente Baloiço cá, Baloiço lá Eu já vi O que ali está Experimentem ouvir e ler, como se estivessem sentados(as) num baloiço...